Mundo novo, silencio
Achincalhadas
As palavras
Jogadas pelos cantos
A arestas
Por todo lado
Apenas balidos
Lívidas já se nem
Lembram
Que a tempestade
Impiedosa
Da choldra
Que invade em hordas
Desgraçadas ,o que outrora
Fora impecável
Camada intelectual
II
Melindrosos
Os alfarrabistas
Refugiam-se
Na
Triste faina
De doce e artesanalmente
Repalavrar
O novo mundo.
Neste blog eu pretendo publicar ensaios, poesia, textos, pastiche, garatuja e outras coisas.
terça-feira, 29 de janeiro de 2013
quarta-feira, 16 de janeiro de 2013
Kobune
La vai ja o barquinho,
Diminuta envergadura
Cuja alçada ,combalida,
Nada mais suporta,
Carcomida e desgastada
Pelo caminho estreito
Entre as janelas e arabescos,
Pilhas sem fim
De medos inomináveis,
Silenciosos ,amarfanhados
Jazigos afundados de
Sorrisos infantis,
No leito fundo e obscuro,
Vai se já o excelso
Alaranjado do céu.
Diminuta envergadura
Cuja alçada ,combalida,
Nada mais suporta,
Carcomida e desgastada
Pelo caminho estreito
Entre as janelas e arabescos,
Pilhas sem fim
De medos inomináveis,
Silenciosos ,amarfanhados
Jazigos afundados de
Sorrisos infantis,
No leito fundo e obscuro,
Vai se já o excelso
Alaranjado do céu.
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