Naquele tempo primevo em que eu me pus a mim mesmo num lugar indizível
que eu não sabia estar, já cheio do que de haver-se, não era matéria, como se
saber fosse feito da mesma substancia que antecede o olho que verta da cara da
gente enquanto o outro transvê, o que seja, o outro-coisa-em-si-mesmo, que
posto não vale nada, e valendo já possibilidade do que eu tinha, pensamentos e
alfarrábios estéreis do q seria perfeito no gesso dos osso da gente que
corrobora na porta da esquina onde eu deixei o meu poema, antes disso eu não
estava em lugar algum, mesmo quando tive pedaço do que eu queria, inda assim
pensava que era já o que potente seria um dia , que não chegou. Sendo coisa
proto que antevê o que seja, lugar de abstração profunda em que me ponho sempre
que acho alguma curva no lado direito do pensamento azul que eu tenho toda vez
que me deparo com nova coisa que sendo o mesmo mais se torna um devir de mim
mesmo na tentativa de não ser o que eu disdigo do fundo do coração dum lugar
que não existe, um chiste que resvala fundo no infame choro, conta-gotas
perdidas. Ter sabida é muito fácil, quando a ordem esta posta do que se não
temos quando inda há o que ser, o sentido do devir que se torna movimento
infinito da imanência do nada que é porta lateral onde se acha a chave do
armário de vassouras em que se esconde o registro da agua que corre de longa
que não sei, para lugar, nenhures eu sabia que já havia me entreposto, no
infinito do que achava ter morrido antes que ando não era mais eu que agora
sou, ai não tinha nada, porque morto não é pedra, na estatua do jardim deixei
um desenho que achei no lugar primeiro que eu sendo ainda não outro nem habito
de mim mesmo não seria qualquer coisa que coubesse em garatuja e por isso só
restei de que substancia fosse entre o concreto da cara dela, solto disso e
cativo de todo o resto que habita ainda lá, onde tinha o café.