Neste blog eu pretendo publicar ensaios, poesia, textos, pastiche, garatuja e outras coisas.
terça-feira, 24 de abril de 2012
Meia noite em Paris
Outro dia estive assistindo a um filme
De um americano, digo do Woody Allen, sobre um
Escritor saudosista, que vivia uma constante nostalgia
De que a cidade parecia mais bonita
Sob a chuva. Bem logo que possível
Fiz essa experiência, pus-me numa qualquer roupa
de molhar e sai caminhando.
Pois ei-la ai a chuva e o que vi foi,
Por entre o nublado premente, da cidade envolta na bruma fria,
O cinza do asfalto espelhado,pessoas solidárias
Umas e outras debaixo dos guarda-chuvas (umas das outras)
Molhado-tristes, molhado-irritadas, e
Todo tipo mais de expressões nas caras da gente transeunte
Sob a pachorra chuvinhente.
Mas que me importa tudo isso?Nada mais que isso
Observo as gotas batendo nos rostos
Cansados, calidamente, refestelando-lhos da crueza.
Fria da urbe.
segunda-feira, 23 de abril de 2012
Piaff
Edith Piaf
Composição: Michel Vaucaire / Charles Dumont
Non... rien de rien...
Non... je ne regrette rien
Ni le bien qu'on ma fait,
Ni le mal - tout ça m'est bien égal!
Non... rien de rien...
Non... je ne regrette rien
C'est payé, balayé, oublié,
Je me fous du passé!
Avec mes souvenirs
J'ai allumé le feu,
Mes chagrins, mes plaisirs,
Je n'ai plus besoin d'eux!
Balayé les amours
Avec leurs trémolos
Balayés pour toujours
Je repars à zéro...
Non... rien de rien...
Non... je ne regrette rien
Ni le bien qu'on ma fait,
Ni le mal - tout ça m'est bien égal!
Non... rien de rien...
Non... je ne regrette rien
Car ma vie, car mes joies,
Aujourd'hui, ça commence avec toi!
Composição: Michel Vaucaire / Charles Dumont
Non... rien de rien...
Non... je ne regrette rien
Ni le bien qu'on ma fait,
Ni le mal - tout ça m'est bien égal!
Non... rien de rien...
Non... je ne regrette rien
C'est payé, balayé, oublié,
Je me fous du passé!
Avec mes souvenirs
J'ai allumé le feu,
Mes chagrins, mes plaisirs,
Je n'ai plus besoin d'eux!
Balayé les amours
Avec leurs trémolos
Balayés pour toujours
Je repars à zéro...
Non... rien de rien...
Non... je ne regrette rien
Ni le bien qu'on ma fait,
Ni le mal - tout ça m'est bien égal!
Non... rien de rien...
Non... je ne regrette rien
Car ma vie, car mes joies,
Aujourd'hui, ça commence avec toi!
now
I'm in love again, and this whole myriad of situations uncertainties things start to fill up my hope for a better love a world better than before.
maybe it's just another illusion to think people can become what they are not even expect it to be just another human.
maybe it's just another illusion to think people can become what they are not even expect it to be just another human.
Days
Os dias tem-se enchido, e acho que
Isto é bom, de uns entremeios imateriais
Uns espaços de encontro e entrega que,
Se mo tem dado a senciencia e o mundo.
Adnatura, como tudo se processa
Por um imbricamento de coisas que, Confluindo
Substanciam a virtualidade das coisas que
Se pode ver, essas arestas pelas quais Im very
Tankfull, como flashes luminosos tecem idéias de
Novo sentido, como um meeting com o uno.
As pequenas folhas tenazes que ondulam
Pelos innerversus paralelos ate chegarem a minha
Mesa por exemplo, grandes fontes abundantes
de identidades e verossimilhança que, antes
não se apercebia o ‘’poeta’’, a exemplo Bashô:
“Meu corpo
gota que escorre
pesada na folha”
Expondo uma breve concordância com
Esta nave abobadada translúcida que se
me tem sido dado observar.
TA
Agora tudo parece fluir cada dia como torrentes
Caudalosas de palavras sobre o papel e irremediavelmente
Sinto-me alegre e loquaz quase todo o tempo e passo a
Ao que me parece, rebuscar a cada lapidação, burilando.
Vagarosa e parcimoniosamente, novos vocábulos das vernáculas.
Línguas de que disponho, interseccionando-as.
Para a imaterialidade bela da qual resulta o universo de cada um.
quarta-feira, 18 de abril de 2012
writing
Nostalgia acadêmica
Tenho tido esta vontade inefável de por em forma grifada
E por meio de palavras ou idéias, conceitos talvez, de tudo quanto.
Se me impõe esta inquietação. Ainda que só para livrar-me
Destes pensamentos. Preciso, desarte certo grau de anuência, extirpa-los.
Da abobada de minha mente e por isso,
Posto que boa parte dos meus coetaneos não se aproxima
Sequer destas indagações, chego a triste faina.
Da pobreza insólita, augusta que mo deram, o tempo e a vida.
E deus talvez
E também do quão responsável exigem que por isso eu me sinta
Daí porque essa assaz volúpia por sobre tudo que tenho
Observado por esses dias. A academia não se me surpreende
Desarte a prolixidade tendenciosa e pouco profunda das
Idéias dogmáticas, das quais espero expropriar-se-ão, bucólicas até.
Que norteiam as realidades mecanicistas ou cartesianas destes meus pares
Cientistas. Haja vista que tenho percebido o que me parece ser
Um intrincado senso de recusa pela investigação e pesquisa
Entregam-se,a laivos lânguidos,aos determinismos e fatalismos como que
Por conforto pela procrastinação, trazendo para si mesmos essa catarse sedutora.
De livrar-se-lhos do fardo mui pesado de pensar suas próprias idéias
Afora isso à saber, da contígua concordância dos mestres,as vezes,num moto de não
Por força inculcar-se-nos o livre construto loquaz e substancial por quanto
Buscamos, alguns, mas apenas ajuntar pequenos comprimentos.
Difracionarios duma determinada informação, sem qualquer preocupação.
Com a aproximação, profundidade, apropriação, que tivéramos ou não e mesmo se compreendemos a miúde o que este ou aquele teórico edificou em sua timeline.
Faz-se assim dianeticamente um movimento que se me parece um continuo ad-similis de modas e idéias, repetidas ad-absurdum, do que desumese minha dificultosa procura sequiosa por substancia e por amplitude de linguagens
Contudo há que se reconhecer que donde, do ponto de vista, tenho observado tudo o mais.
Quasimodo, acerca do quotidiano que tenho vivido,é mesmo muito diverso
De outrora e aquém, ainda, do que se pode conceberem
Todos os hambitos. A biblioteca tem-se mostrado singular e satisfeito em parte minha
Bibliofagia .As pessoas tornaram-se devera mais asseadas no tocante a linguagem e tenho experimentado mesmo ,por vezes, o regizijo doce,do vernáculo acadêmico a da polidez suave aos ouvidos,sedentos por erudição e beleza,que se me tem sido dispendido.
Landscape
It´s dank Now
Mas ainda assim
dispostas as coisas
como
nunca antes,tudo vai
calmamente florido
Nas rebarbas dos dias
Há flores em toda parte
Borrões vazios e sem
sentido
Mas na lume quente
Da tua face
Moldada de lusos adrajos
Underestimate
of my own
Every other day
Colando pedaços dourados
No meu mundo
Fazendo bricolagens
e tudo mais
Deixando
All around Wild like
even before e
mesmo assim
A no ninguen ga
would be know
Da verdade entre
os olhos Meus
e teus
Daí porque
a Catarse.
Mas ainda assim
dispostas as coisas
como
nunca antes,tudo vai
calmamente florido
Nas rebarbas dos dias
Há flores em toda parte
Borrões vazios e sem
sentido
Mas na lume quente
Da tua face
Moldada de lusos adrajos
Underestimate
of my own
Every other day
Colando pedaços dourados
No meu mundo
Fazendo bricolagens
e tudo mais
Deixando
All around Wild like
even before e
mesmo assim
A no ninguen ga
would be know
Da verdade entre
os olhos Meus
e teus
Daí porque
a Catarse.
terça-feira, 17 de abril de 2012
every other day
Se tem posto sobre mim ama certa nostalgia
Como quê de saudade, um sentido de falta ou
Pertença de certas coisas, como a fragilidade simples da herdade.
E mesmo quando nada se pode resgatar
Mais ainda assim, posto que o real e o que se sabe
Ser, e não o que se nos é dito ou mostrado, tudo
Ainda pode estar por fazer.
kona yuki
E, pois que tenho estado só.
Sequioso de qualquer coisa sagrada
Na clara lamina dos olhos
Amiúde do mundo, que se assoma.
Em camadas
Craqueladas, que caem da parede.
Das almas de cada gente.
Ainda inquieto
Conquanto, qualquer serenidade.
E mesmo
Qualquer crueza
Pobre
Desvalida que desfaleça cinza
Escorre entre as arestas
Irredutível eternidade
Pequena, de cada idéia.
Na beleza simples da senciencia
Espaçosa na soma e no resto
Ps: tenho estado ainda absorto por estes dias, feliz certamente, mas inquieto. Persiste essa anciã por alguma coisa que não sei bem onde ou porque.
out of the blue
È premente já o fim de semana.
O alaranjado nas folhas que caem ilumina o chão dos transeuntes.vai já alta a primavera e a cerejeira delicadamente toca cada face rosada e os sorrisos pululam por cada jardim e é bom ter-te por perto.there ara that feelings and I hope find someone to talk about this little things of my life, like a cheri blosom and, the world where the life have a aim, so Im truth have.will I do.
É possível ainda pensar ou imaginar esperar que se - no-lo seja dado uma realidade mais viva e quente com mais cor,nas pessoas nas flores e, mesmo,onde caminhos caiados cheios dos atabalhoados passantes com seus cabelos de pontas e olhos amendoados,fundos e doces:
Há conquanto
Um devaneio simples
Na doçura das tuas faces
Rosácea
Cadente, sorridente
Não há nada
Para alem
Disto, que necessito.
Para substanciar
Toda minha vida
Na perfeição deste mundo
De hora em diante
Ou por hora
Continuo difuso nos
Teus olhos
E lembrando da caricia
Do afago a contrapelo.
Catarse
Assinar:
Comentários (Atom)






