Neste blog eu pretendo publicar ensaios, poesia, textos, pastiche, garatuja e outras coisas.
quarta-feira, 18 de abril de 2012
writing
Nostalgia acadêmica
Tenho tido esta vontade inefável de por em forma grifada
E por meio de palavras ou idéias, conceitos talvez, de tudo quanto.
Se me impõe esta inquietação. Ainda que só para livrar-me
Destes pensamentos. Preciso, desarte certo grau de anuência, extirpa-los.
Da abobada de minha mente e por isso,
Posto que boa parte dos meus coetaneos não se aproxima
Sequer destas indagações, chego a triste faina.
Da pobreza insólita, augusta que mo deram, o tempo e a vida.
E deus talvez
E também do quão responsável exigem que por isso eu me sinta
Daí porque essa assaz volúpia por sobre tudo que tenho
Observado por esses dias. A academia não se me surpreende
Desarte a prolixidade tendenciosa e pouco profunda das
Idéias dogmáticas, das quais espero expropriar-se-ão, bucólicas até.
Que norteiam as realidades mecanicistas ou cartesianas destes meus pares
Cientistas. Haja vista que tenho percebido o que me parece ser
Um intrincado senso de recusa pela investigação e pesquisa
Entregam-se,a laivos lânguidos,aos determinismos e fatalismos como que
Por conforto pela procrastinação, trazendo para si mesmos essa catarse sedutora.
De livrar-se-lhos do fardo mui pesado de pensar suas próprias idéias
Afora isso à saber, da contígua concordância dos mestres,as vezes,num moto de não
Por força inculcar-se-nos o livre construto loquaz e substancial por quanto
Buscamos, alguns, mas apenas ajuntar pequenos comprimentos.
Difracionarios duma determinada informação, sem qualquer preocupação.
Com a aproximação, profundidade, apropriação, que tivéramos ou não e mesmo se compreendemos a miúde o que este ou aquele teórico edificou em sua timeline.
Faz-se assim dianeticamente um movimento que se me parece um continuo ad-similis de modas e idéias, repetidas ad-absurdum, do que desumese minha dificultosa procura sequiosa por substancia e por amplitude de linguagens
Contudo há que se reconhecer que donde, do ponto de vista, tenho observado tudo o mais.
Quasimodo, acerca do quotidiano que tenho vivido,é mesmo muito diverso
De outrora e aquém, ainda, do que se pode conceberem
Todos os hambitos. A biblioteca tem-se mostrado singular e satisfeito em parte minha
Bibliofagia .As pessoas tornaram-se devera mais asseadas no tocante a linguagem e tenho experimentado mesmo ,por vezes, o regizijo doce,do vernáculo acadêmico a da polidez suave aos ouvidos,sedentos por erudição e beleza,que se me tem sido dispendido.
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