Entre as discussões
entorno da “questão da formação”, o problema mais central, assim me aprece, no âmbito das
teoria critica contemporânea e no centro de um compromisso com a atualidade de
filosofia e sua potencialidade constelativa, que tem haver com uma capacidade
de alguns filósofos de agrupar dimensões mais ou menos dispares em imbróglio
que a principio nos parecem irreconstituiveis e irreparáveis, tem sido então a questão
de “como nos tornamos quem somos”.
Este tem sido um problema de pesquisa, uma pergunta que tem
encontrado algum espaço entre os pensadores do que se tem chamado ciências humanas,
no entanto há muitas dimensões ou extensões deste problema que não se esgotam e
nem podem ser completamente aproveitados apenas com o nosso arcabouço Teórico.
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