Póstumas as tempestades chuvinhentas
Tenebrosas do contrario não a luz
Mas mais apetecível parece.
Aprofundar-me no abismo escuro
Dos teus ombros.
Deixar-me envolver, incólume.
Por tuas mãos
Sentir teu cheiro, adormecer.
Na profundeza de teu peito
Acordar sob alvos lençóis de tua cama
Trazer-te café quente
Pra te acordar
Molhar meus olhos de tua beleza
De teu cabelo, tua face.
Cingir teus lábios com meus beijos
Longos paraísos da eternidade deste amor.
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