Um oscilante raio de luz
Que pela porta entra
Um sexo a flor
E ai o medo
Da pele alva, e sinuosa.
De teu corpo inteiro
De, quem sabe, a vida.
No murmúrio do mar
Da lua
Da rua
Ou de ter-te nu
E não sobre a luz da lâmpada
Ou sem vestes
Mas de ter nu o âmago de tua alma
Medo de teus olhos esverdeados
Jaspe nórdico
De teus cabelos e sua bossa
De saber
De querer
Medo ainda da entrega
Vertiginosa que alço
Ate ti
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