E tuas assas implumes sob a chuva
Ó anjo loiro
Toda essa chuva e para ti
Anjo dourado
Indelével, incólume
Molhado
A chuva cadencia póstuma.
Num vau de tempo
As intempéries do mundo
Que lascam-me pedaços
Meu anjo, de amor ágape.
Que vibra com alternâncias
Púrpura e luminosa
Nenhum comentário:
Postar um comentário