As noites de vadiagem por tua
Imaginação
Meu canto outorgante
Sem recinto, sem som.
Por cantos entreabertos arestas
Submerso em ti
Valeu de certo
Todo por e nascer solar, lunar.
Quasar planeta, longe ou perto.
Cada estrela no céu a ser contemplada
Minha minuta lânguida que despoja-se
De meus insólitos pensares
Cada nuvem e poesia
Cada lagrima valeu
Enquanto na aurora
Eu lhe falava de vida
Diante de tudo o mais
Que ainda desconheço
Prostrei-me ante ti
E tendo visto rolar de tua face também
Uma lagrima e outra
Mesmo e ainda mais porque força-te
A negá-la ainda assim, decerto valeu à pena.
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